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Histórias

Da rua para a frente da sala.

A melhor prova que temos não é um número. São as pessoas que tiramos da rua: cresceram, voltaram, e hoje são elas que puxam os outros para fora. Aqui estão algumas.

Ema, coordinator of the day center, in her graduation cap and gown

Coordenadora do centro de dia

Ema

Chegou de uma família que não dava conta dela, e cresceu com a gente.

A Ema cresceu dentro do centro: oito anos de cafés da manhã, idas à escola, a igreja, e gente que não ia embora. Passou pelo grupo das crianças, depois começou a ajudar com os menores. Este mês voltou, não como criança, mas como coordenadora, responsável pelas próximas 35. Ano que vem quer estudar odontologia no Brasil.

Toda criança aqui é uma futura Ema. €30 por mês compram os anos que isso leva.

The Grace Valley church community gathered together

Líderes no trabalho

Samir e Melani

O Samir veio do orfanato; a Melani, de uma família estruturada.

O Samir cresceu pelo orfanato e por este centro, e dois irmãos dele passaram pela nossa fazenda Half Way Home. A Melani cresceu numa família estruturada. Eles se conheceram dentro do trabalho e se casaram. Hoje ajudam a liderar o trabalho: tocam os acampamentos, mantêm a comunidade unida e têm a confiança das famílias locais de um jeito que só quem viveu aquilo conquista.

A sucessão deles não é um plano no papel; já está de pé na sala.

Children and volunteers outside the day center building

Subindo na vida

Os formandos

Quatro crianças terminaram o fundamental este ano.

Gabriel, Mustafa, Adna e Angela, todos crianças ciganas de famílias desestruturadas, estão indo para o ensino médio, a maioria seguindo em frente. Um se formou como o melhor da turma e mira a faculdade de medicina. Um menino que começou na rua, mirando medicina. É o que alguns anos, um prato quente e alguém que acredita conseguem fazer.

Este é o ciclo no meio do giro. Sua doação mensal é o que o mantém girando.

Dê a uma criança os anos para virar a próxima história.